Este é o primeiro passo...

Todos temos dentro de nós, as ferramentas necessárias para solucionar os problemas que nos preocupam e atingir os objectivos que queremos realizar.

Por vezes, apenas precisamos de uma pequena ajuda para conseguir aceder aos recursos escondidos no nosso “eu” e fazer as ligações importantes para os encontrar.

DR.ª SOFIA TAVEIRA

• Psicóloga Clínica, membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com Cédula Profissional nº 20109;

• Doutoranda em Psicologia - Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCE-UP);

• Pós-Graduação em Cuidados Continuados e Paliativos - Instituto Superior de Ciências da Saúde – Norte (CESPU)

• Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde  - Instituto Superior de Ciências da Saúde –Norte (CESPU);

• Licenciatura em Psicologia - Instituto Superior da Maia (ISMAI).

MÉTODO

Tendo por base uma prática clínica de vários anos, aliada a um vasto curriculum académico, associam-se ainda novas técnicas com recurso à PNL (Programação NeuroLinguística), que nos transmite algo tão incrível quanto "nada é impossível" ou o "não, não existe"!

 

É a partir daqui que nasce a filosofia existente e praticada na "Sofia Taveira Psicologia". Visa sobretudo o bem-estar de quem nos procura, de forma imediata e inovadora, centrada no "eu" de cada um.

 

Acreditamos que cada vez mais com os tempos que vivemos, urge uma necessidade de ferramentas práticas, rápidas e eficazes, para lidarmos com os problemas ou barreiras com que nos deparamos, sendo este um objetivo central na nossa clínica.

CONSULTAS

ÁREAS DE INTERVENÇÃO

Código Ético da Ordem dos Psicólogos Portugueses

  • Princípios Gerais

    • Princípio A. Respeito pela dignidade e direitos da pessoa

      Os/as psicólogos/as devem respeitar as decisões e os direitos da pessoa, desde que estes sejam enquadrados num exercício de racionalidade e de respeito pelo outro. Nesta perspetiva, não devem fazer distinções entre os seus clientes por outros critérios que não os relacionados com os problemas e/ou questões apresentadas, e devem, com a sua intervenção, promover o exercício da autonomia dos clientes.

    • Princípio B. Competência

      Os/as psicólogos/as têm como obrigação exercer a sua atividade de acordo com os pressupostos técnicos e científicos da profissão, a partir de uma formação pessoal adequada e de uma constante atualização profissional, de forma a atingir os objetivos da intervenção psicológica. De outro modo, acresce a possibilidade de prejudicar o cliente e de contribuir para o descrédito da profissão.

    • Princípio C. Responsabilidade

      Os/as psicólogos/as devem ter consciência das consequências que o seu trabalho pode ter junto das pessoas, da profissão e da sociedade em geral. Devem contribuir para os bons resultados do exercício da sua atividade nestas diferentes dimensões e assumir a responsabilidade pela mesma. Devem saber avaliar o nível de fragilidade dos seus clientes, pautar as suas intervenções pelo respeito absoluto da decorrente vulnerabilidade, e promover e dignificar a sua atividade.

    • Princípio D. Integridade

      Os/as psicólogos/as devem ser fiéis aos princípios de atuação da profissão promovendo-os de uma forma ativa. Devem prevenir e evitar os conflitos de interesse e, quando estes surgem, devem contribuir para a sua resolução, atuando sempre de acordo com as suas obrigações profissionais.

    • Princípio E. Beneficência e Não-maleficência

      Os/as psicólogos/as devem ajudar o seu cliente a promover e a proteger os seus legítimos interesses. Não devem intervir de modo a prejudicá-lo ou a causar-lhe qualquer tipo de dano, quer por ações, quer por omissão.

  • Princípios Específicos

    • 1. Consentimento Informado

      Os/as psicólogos/as respeitam a autonomia e autodeterminação das pessoas com quem estabelecem relações profissionais, de acordo com o princípio geral de respeito pela sua dignidade e direitos. Desta forma, aceitam as suas opiniões e decisões, e todas as características decorrentes da sua afirmação pessoal, desde que integradas num quadro de respeito por si próprio e pelos outros. Nesse contexto, entende-se por consentimento informado a escolha de participação voluntária do cliente num ato psicológico, após ser-lhe dada informação sobre a natureza e curso previsível desse mesmo ato, os seus honorários (quando aplicável), a confidencialidade da informação dela decorrente, bem como os limites éticos e legais da mesma. Esse consentimento significa que é reconhecida à pessoa a capacidade de consentir que esta foi informada apropriadamente quanto à natureza da relação profissional e que expressou o seu acordo livremente. A autonomia e autodeterminação do cliente significam, ainda, o seu direito geral de iniciar e de interromper ou terminar, em qualquer momento, a relação profissional com o/a psicólogo/a. Do mesmo modo, o processo de obtenção do consentimento informado é interpretado como instrumental na construção de uma relação de confiança com o cliente. Constitui-se, por isso, também, como uma forma de corresponder ao exposto pelo princípio da beneficência e não maleficência, potenciando os resultados da intervenção psicológica.

    • 2. Privacidade e Confidencialidade

      Os/as psicólogos/as têm a obrigação de assegurar a manutenção da privacidade e confidencialidade de toda a informação a respeito do seu cliente, obtida direta ou indiretamente, incluindo a existência da própria relação, e de conhecer as situações específicas em que a confidencialidade apresenta algumas limitações éticas ou legais.

    • 3. Relações Profissionais

      O exercício da Psicologia tem uma finalidade humana e social, com objetivos que envolvem o bem-estar, a saúde, a qualidade de vida e a plenitude do desenvolvimento das pessoas. Os/as psicólogos/as não são os únicos que perseguem estes objetivos, sendo conveniente, e mesmo necessário em alguns casos, a colaboração com outros profissionais, sem prejuízo das competências e saberes de cada um. Os/as psicólogos/as respeitam as relações profissionais, competência específica, deveres e responsabilidades de colegas e outros profissionais. Paralelamente, os/as psicólogos/as constituem-se como primeiros responsáveis pela excelência do desempenho profissional, auxiliando os colegas na prossecução desse objetivo.

    • 4. Avaliação Psicológica

      A avaliação psicológica corresponde a um processo compreensivo (abrangendo áreas relacionadas com o pedido de avaliação e os problemas identificados) e diversificado (recorrendo potencialmente a vários interlocutores pode assumir distintos objetivos, reconhecer diferentes tipos de informações, considerar variados resultados). Pretende, igualmente, ser um processo justo (reconhecendo e não penalizando diferenças relativas a grupos minoritários, incluindo pessoas com deficiências físicas, sensoriais, linguísticas ou outras fragilidades, a menos que sejam estas variáveis a mensurar e considerando as consequências dos resultados). A avaliação psicológica concretiza-se através do recurso a protocolos válidos e deve responder a necessidades objetivas de informação, salvaguardando o respeito pela privacidade da pessoa.

    • 5. Prática e Intervenção Psicológicas

      Para além dos métodos e técnicas utilizados, a prática e intervenção psicológicas têm em conta os vários modelos teóricos disponíveis e os vários princípios associados a um exercício cientificamente informado, rigoroso e responsável da Psicologia, nomeadamente, princípios como a beneficência e não-maleficência ou a competência específica. A prática e intervenção psicológicas concretizam-se salvaguardando ainda o respeito pelas diferenças individuais e o consentimento informado.

    • 6. Ensino, Formação e Supervisão Psicológicas

      O ensino, formação e supervisão em Psicologia respeitam as regras do presente Código Deontológico. O Código Deontológico deve ser objecto de ampla difusão nos diferentes contextos e graus de ensino da Psicologia.

    • 7. Investigação

      No contexto da investigação científica pode acontecer que o desejo legítimo de querer saber mais e de aumentar os conhecimentos entrem em conflito com valores humanos e sociais também eles legítimos. Isto é especialmente pertinente uma vez que são os/as psicólogos/as que procuram o participante, pelo que o respeito pela autonomia se assume como o princípio central. Os/as psicólogos/as, enquanto investigadores, têm em conta o princípio geral da beneficência e não-maleficência, que os levam a colocar em primeiro lugar o bem-estar dos participantes nas investigações, e o princípio geral da responsabilidade social no sentido da produção e comunicação de conhecimento científico válido e susceptível de melhorar o bem-estar das pessoas.

    • 8. Declarações Públicas

      As declarações públicas prestadas nos mais diversos âmbitos, incluindo programas de rádio e televisão, artigos em jornais ou revistas, conferências e internet, devem pautar-se no mais estrito respeito das regras deontológicas da profissão. Na difusão pública dos conhecimentos da Psicologia devem ser considerados os princípios da competência específica, privacidade e confidencialidade, respeito pela dignidade da pessoa, integridade, beneficência e não-maleficência.

Para ver na íntegra, clique aqui.

CONSULTÓRIO

CONTATOS

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• Depressão

• Ansiedade

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• Auto-estima

• Divórcio/Separação

• Problemas profissionais

• Adição/Consumo

• Obsessões

• Descontrolo emocional/Agressividade

• Problemas sexuais

• Problemas alimentares   (anorexia, bulimia, obesidade)

• Doença crónica                  (diabetes, hipertensão, doenças oncológicas, doenças reumáticas)

 

Tenho medo de sair à rua... já perdi tanta coisa por causa disso...

 

De repente começo a chorar, por tudo e por nada. Que se passará comigo?

CONSULTA PSICOLÓGICA INDIVIDUAL

Psicoterapia individual, em casos como depressão, ansiedade, ataques de pânico, fobias e medos, transtornos emocionais, psicopatias, etc.

mais informações

 

Não consigo falar com o meu marido, ele não me entende mesmo...

 

Desde que nasceu o nosso segundo filho que parece que não temos vida sexual...

CONSULTA DE CASAL E SEXUAL

Intervenção nos obstáculos sentidos no casal, particularmente em contexto de crise e conflitos, tendo em vista a melhoria da comunicação e compreensão mútua.

mais informações

 

Quando dou por mim, estou a olhar para o meu filho e a chorar compulsivamente...

CONSULTA PÓS-PARTO

Intervenção com recém mamãs quando surgem casos de depressão pós-parto ou até mesmo dificuldades em lidar com a sua nova condição.

mais informações

 

Desde que parti a cabeça no acidente, que os meus amigos e a minha família dizem que algo de errado se passa comigo.

 

A minha mãe desde que sofreu um AVC, está tão esquecida. Será que isto não vai passar?

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

Avaliação das competências neuropsicológicas (atenção, memória, psicomotricidade, capacidades linguísticas, deterioração intelectual), que podem ter sido prejudicadas em caso de acidente ou doença, causando dificuldades no dia-a-dia.

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Todos os projetos que começo, não consigo completar...

 

Ando muito esquecido...

avaliaçãO

Na consulta de avaliação, propõe-se avaliar e comunicar sobre a condição psicológica global, salientando quais as áreas com maior fragilidade ou deterioração.

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Quando estou em campo não me consigo focar no objectivo...

CONSULTA DESPORTIVA

Intervenção com atletas de alta competição, de forma a eliminar factores de distratibilidade para um rendimento superior.

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O comportamento agressivo do meu filho está a criar dificuldades na família toda...

CONSULTA FAMILIAR

Foco no problema emergente no seio familiar, com execução de técnicas que intervêm em cada um dos seus elementos.

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Quando ninguém está a ver como sem conseguir parar...

 

Não sei lidar com a minha doença, apesar de saber que é crónica, não a aceito...

CONSULTA PSICOLÓGICA NA SAÚDE

Nesta consulta, salienta-se a promoção de estilos de vida saudáveis, resiliência na doença crónica (diabetes, hipertensão, doenças oncológicas, doenças reumáticas) e intervenção nos transtornos do comportamento alimentar (anorexia, bulimia, obesidade).

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